Arquivo para a categoria 'Simplesmente amar'

09
mai
11

Quais os 10 mandamentos para cada religião?

De acordo com a tradição judaico-cristã, os 10 mandamentos foram escritos por Deus em duas lajes de pedra entregues a Moisés no topo do monte Sinai. O Senhor não escreveu em linhas tortas, mas quase: o texto original está em hebraico clássico, idioma sem pontuação nem divisões rígidas entre as frases. Cabe ao tradutor decidir onde as sentenças começam e terminam, daí a origem das diferentes versões para cada religião. Na própria Bíblia, os 10 mandamentos aparecem de forma ligeiramente diferente (confira em Êxodo 20:2-17 e Deuteronômio 5:6-21). Mas a confusão intencional não provoca diferença significativa: o conteúdo é reagrupado, mas mantém as idéias originais.

As reinterpretações dos 10 mandamentos ao longo da história

Judaísmo – século 10 a.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus

2. Não ter outros deuses. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8. Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo

Ortodoxos – século 11 d.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus. Não ter outros deuses

2. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8. Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo

Católicos – século 4 d.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus. Não ter outros deuses. Não adorar ídolos

2. Não usar o nome de Deus em vão

3. Manter sagrado o dia do senhor

4. Honrar pai e mãe

5. Não assassinar

6. Não cometer adultério

7. Não roubar

8. Não prestar falso testemunho

9. Não cobiçar a casa do próximo

10. Não cobiçar a mulher do próximo

Protestantes – século 16 d.C.

Introdução – Eu sou o Senhor teu Deus

1. Não ter outros deuses

2. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8 Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo

04
mai
11

O PÃO DE CRISTO (recebi por e-mail)

O que se segue é um relato sobre um homem chamado Vitor.

Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se obrigado a recorrer à mendicância para sobreviver, coisa que o entristecia e envergonhava muito. Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um clube social, quando viu chegar um casal.

Víctor lhe pediu algumas moedas para poder comprar algo para comer.

- Sinto muito, amigo, mas não tenho trocado – disse ele.

Sua esposa, ouvindo a conversa perguntou:

- Que queria o pobre homem?

- Dinheiro para comer. Disse que tinha fome – respondeu o marido,

- Lorenzo, não podemos entrar e comer uma comida farta que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora!

- Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que quer dinheiro para beber!

- Tenho uns trocados comigo. Vou dar-lhe alguma coisa!

Mesmo de costas para eles, Vitor ouviu tudo que disseram. Envergonhado, quería afastar-se correndo dalí, mas neste momento ouviu a amável voz da mulher que dizia:

- Aquí tens algumas moedas. Consiga algo de comer, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança. Em algum lugar existe um trabalho para você. Espero que encontre.

- Obrigado, senhora. Acabo de sentir-me melhor e capaz de começar de novo. A senhora me ajudou a recobrar o ânimo! Jamais esquecerei sua gentileza.

- Você estará comendo o Pão de Cristo! Partilhe-o – disse ela com um largo sorriso dirigido mais a um homem que a um mendigo. Víctor sentiu como se uma descarga elétrica lhe percorresse o corpo.

Encontrou um lugar barato para se alimentar um pouco. Gastou a metade do que havia ganho e resolveu guardar o que sobrara para o outro dia, comeria ‘O Pão de Cristo’ dois dias.

Uma vez mais aquela descarga elétrica corria por seu interior. O PÃO DE CRISTO! – Um momento!, – pensou, não posso guardar o Pão de Cristo somente para mim. Parecia-lhe escutar o eco de um velho hino que tinha aprendido na escola dominical. Neste momento, passou a seu lado um velhinho.

- Quem sabe, este pobre homem tenha fome – pensou – tenho que partilhar o Pão de Cristo.

- Ouça – exclamou Víctor- gostaría de entrar e comer uma boa comida? O velho se voltou e encarou-o sem acreditar.

- Você fala serio, amigo? O homem não acreditava em tamanha sorte, até que estivesse sentado em uma mesa coberta, com uma toalha e com um belo prato de comida quente na frente. Durante a ceia, Víctor notou que o homem envolvia um pedaço de pão em sua sacola de papel.

- Está guardando um pouco para amanhã? Perguntou.

- Não, não. É que tem um menininho que conheço onde costumo freqüentar que tem passado mal ultimamente e estava chorando quando o deixei. Tinha muita fome. Vou levar-lhe este pão.

- O Pão de Cristo! Recordou novamente as palavras da mulher e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa. Ao longe os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que havia soado antes em sua cabeça. Os dois homens levaram o pão ao menino faminto que começou a engolí-lo com alegria. De repente, se deteve e chamou um cachorrinho. Um cachorrinho pequeno e assustado.

- Tome cachorrinho. Te dou a metade – disse o menino. O Pão de Cristo alcançará tambem você. O pequeno tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a vender o jornal com alegria.

- Até logo!, disse Vitor ao velho. Em algum lugar haverá um emprego. Não desespere!

- Sabe? – sua voz se tornou em um susurro – Isto que comemos é o Pão de Cristo. Uma senhora me disse quando me deu aquelas moedas para comprá-lo. O futuro nos presenteará com algo muito bom! Ao se afastar, Vitor reparou o cachorrinho que lhe farejava a perna. Se agachou para acariciá-lo e descobriu que tinha uma coleira onde estava gravado o nome e endereço de seu dono. Víctor caminhou um bom pedaço até a casa do dono do cachorro e bateu na porta. Ao sair e ver que havia sido encontrado seu cachorro, o homem ficou contentíssimo, e logo sua expressão se tornou séria. Estava por repreender Vitor, que certamente lhe havia roubado o cachorro, mas não o fez pois Victor mostrava no rosto um ar e dignidade que o deteve. Disse então:

- No jornal de ontem, oferecí uma recompensa pelo resgate. Tome!! Victor olhou o dinheiro meio espantado e disse:

- Não posso aceitar. Somente queria fazer um bem ao cachorrinho.

- Pegue-o! Para mim, o que você fez vale muito mais que isto! Você precisa de um emprego? Venha ao meu escritório amanhã. Faz-me muita falta uma pessoa íntegra como você.

Ao voltar pela avenida aquele velho hino que recordava sua infância, voltou a soar em sua alma. Chamava-se ‘PARTE O PÃO DA VIDA’, ‘NÃO O CANSEIS DE DAR, MAS NÃO DÊS AS SOBRAS, DAI COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA’. QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA DE TOMAR NOSSA CRUZ E SEGUÍ-LO, MESMO QUE DOA!

28
abr
11

A vitória da Vida sobre a Morte em Sete Rounds

Atenção senhoras e senhores! É chegado o momento da tão esperada luta! A luta dos séculos!
De um lado, com Seu manto sem costura, diretamente da Eternidade, o Autor da Vida (At.3:15).
Do outro lado, seu oponente, com sua aparência notadamente cruel, empunhando uma foice, diretamente do Inferno, a Morte (Rm.5:12).
Começa o primeiro round! A morte se apressa a entrar no ringue usando o fácil acesso pelo corredor do pecado.
O primeiro golpe é desferido pela morte. Ela parte com tudo, pronta a estabelecer sua supremacia no ringue do mundo.
Depois de seis golpes consecutivos, finalmente a vida reage, driblando um golpe fatal:
“Andou Enoque com Deus; e já não era, porque Deus para si o tomou” (Gn.5:24).
Sob o protesto da Morte, Deus remove do mundo dos viventes o sétimo ser humano, sem que passasse pela morte.
round estava perto de terminar. Ouve-se um clamor desde a Terra. Elias, o profeta do fogo, clama a Deus por um menino morto, e ele revive (1 Reis 17:22).
Pela primeira vez na História um morto volta à vida.
A Morte parece ter baixado a guarda.
E enquanto ela se questionava onde havia falhado, eis que mais uma vez ela é driblada. Mais um ser humano é tomado da Terra sem passar pela sepultura. Elias sobe ao céu num redemoinho (2 Reis 2:11).
Toca o gongo, e começa o segundo round.
A morte já pensava em lançar a toalha, quando o homem que foi arrebatado ao céu, lança de seu veículo celestial um manto, que logo é apropriado por seu discípulo Eliseu.
Eliseu havia pedido a Elias que lhe fosse dado uma porção dobrada do seu espírito. Agora era esperar para conferir.
Logo de cara, a Morte experimenta a sensação que os humanos apelidaram de Dejá Vu:
Atendendo ao apelo de uma mãe desesperada, Eliseu clama ao Senhor, que restitui a vida de seu filho morto (2 Reis 4:32-35). Mais uma ressurreição em plenas páginas do Antigo Testamento!
Cada milagre operado por Eliseu era contabilizado pelo seu oponente, a Morte. Será que ele também driblaria a própria morte, e seria arrebatado ao céu como o seu mestre?
Morre Eliseu. A Morte celebra. O profeta morreu sem completar o número de milagres que confirmasse que seu pedido fora atendido. Com mais um milagre, Eliseu teria completado exatamente o dobro de milagres operados por Elias.
Termina o segundo round. Ufa! Que alívio para a Morte. Finalmente as coisas parecem melhorar para o seu lado.
Começa o terceiro round.
Enquanto a Morte celebrava, algo inusitado acontece:
“Enquanto alguns enterravam um homem, de súbito viram um bando de invasores, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu. Quando o cadáver tocou os ossos de Eliseu, o homem reviveu, e se levantou sobre os seus pés” (2 Reis 13:21).
A Morte esbraveja: – Isso é golpe baixo! Mais um que ressuscita! Eu preferia que Eliseu tivesse sido arrebatado ao céu, como Elias, em vez de me dar mais este prejuízo!
Hora te retomar o fôlego.
Depois de um prolongado tempo de recuperação, a luta recomeça.
No quarto round, eis que entra no ringue o próprio Autor da Vida.
A Morte se enfurece, e se prepara pra levar uma surra.
Em seu primeiro encontro com a Morte, Jesus é convidado a visitar a filha de Jairo, um importante figurão do templo. Enquanto caminhava, é interrompido por uma mulher que sofria a doze anos de uma hemorragia crônica. Aquela mulher estava morrendo à prestação! Jesus a cura, depois de ser tocado por ela. E quando volta à sua caminhada rumo à casa de Jairo, recebe a notícia de que a menina havia morrido. Em vez de desistir de visitá-la, Jesus prossegue em sua jornada. Aquela menina tinha apenas doze anos, tempo de vida que correspondia ao tempo de sofrimento da mulher que acabara de ser curada. Enquanto a Morte tirava a vida daquela mulher hemorrágica à prestação, tirou a vida daquela menina com apenas uma tacada. “Ao entrar, lhes disse: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. Tomando-a pela mão, disse: Talita cumi, que quer dizer: Menina, eu te ordeno, levanta-te. Imediatamente a menina, que tinha doze anos, levantou-se e começou a andar” (Marcos 5:39, 41-42).
Pela primeira vez, alguém do sexo feminino ressuscitara. Para quebrar um tabu, valorizando a mulher, Jesus traz uma menina de volta à Vida.
Não se contentando em ressuscitá-la, Jesus ainda despreza a Morte. Para Ele, a Morte não passa de um estado de sonolência. Ela não é o bicho-papão que os homens imaginam.
Começa o quinto round.
Jesus Se depara com uma mãe desesperada, viúva, que perdera seu filho único que era seu arrimo e esperança.
“Quando chegou perto da porta da cidade, levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva. E com ela ia uma grande multidão da cidade. Vendo-a, o Senhor sentiu grande compaixão por ela, e lhe disse: Não chores. Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o levavam, disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. O defunto assentou-se, e começou a falar, e Jesus o entregou à mãe dele” (Lucas 7:12-15).
Jesus e Sua mania de quebrar tabus e protocolos!
Primeiro, Ele Se deixa tocar por uma mulher hemorrágica. Pela Lei, isso o tornava impuro. Agora Ele toca no esquife onde estava um cadáver, o que era considerado um grave erro, e O tornava ainda mais impuro. Não importa. O que importa é que mais um morto ressuscitara.
Começa o sexto round.
No primeiro caso, Jesus ressuscita uma menina que acabara de morrer. No segundo caso, ele interrompe um cortejo fúnebre. Em ambos os casos, Ele lidara com pessoas com quem não tinha qualquer relacionamento. Mas agora, Ele enfrentaria a Morte mais de perto. Seu amigo Lázaro morrera. O mesmo Jesus que pediu à viúva que perdera seu filho para que não chorasse, agora chora diante do túmulo de um de Seus mais chegados amigos. Além disso, diferentemente dos outros dois casos, Lázaro já estava morto e enterrado há quatro dias. Uma coisa é ressuscitar alguém que acabou de morrer, ou alguém que está a caminho do cemitério, outra coisa é ressuscitar alguém que já está em estado avançado de decomposição. O grau de dificuldade só foi aumentando.
Com os olhos lacrimejando, Jesus Se coloca diante do túmulo de Lázaro e brada: “Lázaro, vem para fora!”. Surpreendentemente, o morto retorna à vida, e escapa das garras insaciáveis da Morte (João 11:43-44).
A luta parece estar chegando ao fim.
É chegado o sétimo e último round da luta entre o Autor da Vida e a Morte.
Chegara a hora de Jesus encarar a Morte cara a cara. Para enfrentá-la em seu próprio terreno, Jesus, o Filho do Deus Vivo, teve que Se fazer homem, com todas as limitações inerentes à condição humana, exceto o pecado. O escritor sagrado diz que Ele participou da natureza humana, “para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse a todos os que , com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão” (Hebreus 2:14-15).
A Cruz foi momento crucial (será que cometi redundância?). Foi ali que se deu o embate final entre a Vida e a Morte. Assim como a vitória de um corredor de fórmula 1 se dá na pista e não no podium, a vitória de Cristo se deu na Cruz e não na Ressurreição.
Enquanto alguns vêem na Cruz a derrota de Cristo, e na Ressurreição a Sua reabilitação, a Bíblia declara que na Cruz Ele despojou os principados e potestades, e toda a gangue do inferno, e os expôs publicamente ao desprezo. Na Cruz a Morte foi desmoralizada. A Ressurreição foi o momento em que o Juiz levanta os braços do pugilista vencedor e o declara campeão. Paulo, apóstolo, afirma que Jesus foi declarado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito da santidade, pela ressurreição dos mortos” (Rom.1:4).
Sua Ascensão/Entronização foi a premiação, o momento em que Jesus recebe o cinturão de Campeão dos Campeões.
Há algo que passa despercebido por muitos. Leia e surpreenda-se com o que diz Mateus 27:52-53:
“Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressurgiram. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.”
Interessante o contraste entre Jesus e outro pugilista: Sansão. É dito que Sansão matou em sua morte maior número de inimigos do que durante sua vida inteira. Podemos dizer que Jesus ressuscitou em Sua ressurreição maior número de pessoas do que durante Seu ministério terreno.
Aquela ressurreição coletiva foi uma espécie de avant premier do que vai acontecer no último dia; uma amostra grátis da ressurreição geral. Jesus atesta sobre isso:
“Não vos maravilheis disto, pois vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: Os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que praticaram o mal, para a ressurreição da condenação” (João 5:28-29).
A vitória de Cristo sobre a Morte não foi por pontos. Foi por nocaute (knockout)!
Não teremos que enfrentar a Morte. Ele já a desbaratou por nós, e nos garantiu que quem n’Ele crer jamais a verá, pois já passou da morte para a vida.
A exemplo de Estevão, quando deixarmos este mundo, nos encontraremos imediatamente com o Autor da Vida. E por isso, podemos debochar da Morte, como fez Paulo:
“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó morte, a tua vitória?” (1 Coríntios 15:55).
 
16
abr
11

Poema da amizade verdadeira

Aqui esta um poema sobre amigos que realmente expressam a amizade
Verdadeira.


AMIGO…

Quando você estiver triste…
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o f.d.p. que te deixou assim.

Quando você me olhar com desespero…
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra fora o que estiver te engasgando.

Quando você sorrir…
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.

Quando você estiver confuso….
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples porque eu sei o quanto você é burro.

Quando você estiver doente…
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar o que quer que você tenha.

Quando você cair…
Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.

Você me pergunta, ‘Por quê?’

Porque vocês são meus amigos!!!
Oras, e com amigos a gente tem que brincar,cantar, sorrir,pular e se
divertir, não só chorar ….

Chorar é chato, dá rugas e nos envelhece rápido então vamos que
vamossssssssssssss

Brinque, pule e VIVA!!!

VIVA A SUA VIDA!!!!

da maneira como você acha que deve ser vivida…

**Observação final: **

‘ Um amigo de verdade não é aquele quesepara uma briga sua e sim aquele que chega dando voadora.’

Pensamento do dia ! ! !

Cuidado com o stress porque :
‘ Mais vale chegar atrasado neste mundo…do que adiantado no outro.’

“Se eu tivesse que viver minha vida novamente, eu cometeria os mesmos erros, só que mais cedo.”
(Tallulah Bankhead)

14
abr
11

Amizade segundo Maurício de Souza

04
abr
11

A Marca de Amor – Recebi por e-mail

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado,
na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.

Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio,
com uma condição:

Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora,
eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade…

A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-… Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente…

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar,
pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- ” Minha filhinha está lá dentro!”
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha…

Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.

Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito…
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto…

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.

 

Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..

Essas também são marcas de AMOR.

Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!

Ps. Se quiserem enviar sugestões enviem para: naturezarock@hotmail.com

Fiquem com Deus!!!

31
mar
11

Click

Esta pode parecer mais uma daquelas comédias vazias que Hollywood empurra todos os anos pra cima do público. Mas, por incrível que pareça, este filme tem uma moral da história extremamente profunda: fala sobre o que é realmente importante na vida e o que deve ser priorizado no nosso dia-a-dia. O roteiro da dupla Steve Koren e Mark O?Keefe, responsáveis por Todo Poderoso, coloca um brinquedinho nas mãos do comediante, aqui no papel de um executivo viciado em trabalho, sem tempo para dedicar-se à filha, o que só fará, segundo seus planos, quando estiver sentado no dinheiro. O tal brinquedinho é um controle remoto com o qual pode avançar ou recuar as situações do cotidiano, de modo a reagir de outro modo a elas, devido ao conhecimento das reações das pessoas. Ele compra o aparelho em uma loja qualquer, das mãos de um excêntrico funcionário (Christopher Walken de Esposas Perfeitas), que diz, durante o processo da venda, que o objeto vai mudar completamente a vida do cliente. Não é propaganda enganosa. Para o bem ou para o mal, a vida do executivo vira de ponta-cabeça.

Advertência: contém cenas em que atos sexuais são apresentados por meio de sombras.

29
mar
11

Wall.e

Entreter e ensinar. Eis aí uma boa receita para um filme infantil. O filme educa que é uma beleza. Sua mensagem sobre o cuidado com o meio ambiente e o valor de relacionamentos leais estão explícitos e fazem qualquer pai aplaudir de pé. A animação da Disney/Pixar conta a história de Wall-E, um robô cuja diretriz é coletar o lixo da terra. E ele segue sua programação perfeitamente, mesmo quando o único habitante é….uma barata. Essa é a rotina do filme durante longos minutos. Um robô programado pra não falar, empilhando materiais e interagindo com um inseto igualmente mudo. Tudo o que precisa ser dito é falado pelo silêncio. Naquele ambiente as verdades são metáforas poética e sensíveis.

O filme ganha outro ritmo quando uma sonda espacial, chamada Eva, surge para procurar algum sinal de vida verde no planeta azul. Daí pra frente a paixão robótica e a volta dos dois para a estação aonde vivem os humanos. Hiper-consumo, ganância, preguiça e descuido. O filme combate com sensibilidade essas atitudes que têm destruído nosso planeta.

Wall-E inspira a nos recolocarmos como os jardineiros de Deus (Gn 2.15) para cuidar da beleza da sua criação com responsabilidade, afinal: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol, o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho. Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.” Salmo 19.1-6

27
mar
11

SIM, SENHOR!

Há ocasiões na vida que surgem lições capazes de nos fazer refletir e reconsiderar atitudes e posturas. Geralmente isso ocorre quando ouvimos determinadas pregações, ou lemos um texto bíblico; ou, ainda, quando lemos um bom livro. Há outras ocasiões em que isto ocorre em uma simples conversa com um amigo ou ouvindo o depoimento de alguém conhecido. Mas há momentos em que, de onde menos se espera, despontam ensinamentos capazes de não apenas nos surpreender, mas de também nos levar á reflexão, e, por que não dizer, a mudanças de atitudes. Foi o que aconteceu comigo há alguns dias atrás assistindo o filme “Sim Senhor!”.
O filme “Sim Senhor!” é uma preciosidade.
No filme, Jim Carrey é um camarada mal-humorado, que se incomoda com um telefonema, que detesta uma visita inesperada, que não aceita nenhum panfleto de propaganda na rua, nem dá gorjeta para o flanelinha. É um chato de galocha. Empregado de uma financeira, Carl Allem, nome do personagem de Carrey, habituou-se a dizer “não” a todo mundo. Sua vida se resumia ao “não”. Era a resposta mais simples para escapar dos inconvenientes e despistar-se dos amigos e colegas de trabalho do tipo malas sem alça. Até que Carl encontra-se com um amigo que lhe recomenda participar de uma reunião com um guru de auto-ajuda, que desenvolveu um programa, cujo método simples consistia em dizer “Sim” a qualquer coisa que lhe acontecesse ou que lhe oferecessem. Carl topou participar do programa. O primeiro “Sim” foi dado a um mendigo que lhe pediu carona. Foi aí que a sua vida começou a mudar.
Não vou contar o filme aqui. Nem quero dizer que esse tipo programa daria cem por cento certo na vida real; afinal, não dá para dizer “Sim” a tudo e a todos. Guardadas todas as devidas considerações, é possível dizer que funciona. Na verdade, o próprio filme mostra que o segredo não é dizer “Sim” a tudo, mas ao que realmente merece.  É possível encontrar no filme uma grande lição.
A vida tem tudo para ser agradável e prazerosa. Mas a gente tem a grande tendência de dificultar as coisas. O mau-humor e a lamentação roubam o prazer e a beleza da nossa existência. Nossa falta de paciência afasta as pessoas de nós. Nossos gestos arrogantes e palavras grosseiras estragam amizades e prejudicam nosso convívio familiar. Somos impacientes no trânsito; tratamos mal as pessoas no trabalho; irritamos facilmente com os familiares; ignoramos com desdém quem nos oferece um folheto na rua; esquecemos de agradecer quem nos atende na lanchonete; fingimos não ouvir o celular para não atender um amigo; fingimos estar ocupados para não ir a uma festa de aniversário; enfim, passamos a maior parte da vida dizendo “Não” para escapar das pessoas. Até que um dia chegamos à conclusão de que não temos amigos, de que ninguém visita a nossa casa, de que ninguém se lembra do nosso aniversário ou de que estamos envelhecendo e a vida passou sem sentirmos prazer nela.
O segredo talvez não seja dizer “Sim” a todos. Mas pode estar em dizer “Sim” mais vezes. O segredo pode estar em uma atitude mais simpática, em ser mais gentil, mais paciente, mais humano. O segredo para viver uma vida com mais alegria pode estar em gestos simples, mas que podem ser capazes de surpreender e se tornar inesquecíveis. O segredo pode estar em um “Muito obrigado”, em um simples “Bom dia”, em um sincero “Por favor” ou, quem sabe, em um sorriso, ou em um apaixonado “Eu te amo”; ou, quem sabe, em um simples “Sim Senhor!” para quem pede uma carona; ou para quem pede uma informação; ou para quem deseja apenas entregar um panfleto de propaganda.
Gestos simples são capazes de mudar a vida de quem faz e de quem recebe. Se tivéssemos mais cuidado com as pessoas, mais respeito e mais paciência, se fôssemos mais gentis, talvez passaríamos menos tempo reclamando da vida; talvez teríamos mais amigos; talvez fôssemos mais felizes. Estou tentando. E confesso: funciona, “sim, senhor”!
25
mar
11

Anthony Hopkins fala sobre seu encontro com Deus

Anthony Hopkins, ator americano conhecido pelo seu desempenho como o assassino canibal Hannibal Lecter, esteve no programa de Piers Morgan, da CNN, para falar sobre sua carreira e sobre o dia em que decidiu acreditar em Deus. Em um determinado momento do programa a apresentadora perguntou, “Você acredita em Deus?” E Hopkins respondeu: “Sim, eu creio. Eu creio”. O ator explicou que cerca de 35 anos atrás, ele sentiu a necessidade de Deus, enquanto estava passando por uma crise e orava a Ele mesmo que nessa época se considerasse ateu. Hopkins disse que naquela época vivia em Nova York, e tinha um problema com a bebida que era tão grande que quase se sentia como se estivesse possuído. “Era como estar possuído por um demônio, um vício, e eu não conseguia parar. E milhões de pessoas ao redor desse jeito. Eu não conseguia parar”. Desesperado, ele pediu ajuda a uma mulher que disse a ele que apenas confiasse em Deus. “E eu disse, bem, por que não? E foi um salto quântico a partir daquele momento.” O último papel interpretado por Anthony Hopkins foi uma padre exorcista no filme “O Rito”. Na entrevista ele revelou que estava nervoso sobre aceitar o papel que mais uma vez descreveu-o como um “esquisito”. Ele disse: “Eu olhei o roteiro e eu pensei que eu não queria fazer outro estranho, porque eu não sou. – não estava completamente convencido”.




Óia eu aí…


Este Blog muito louco é um meio que achei para tentar evangelizar... Grande parte dos textos são minha criação, outros são retirados de outros site (sempre com referência) após eu dar o meu toque pessoal...
Sou da cidade de Montes Claros MG...

Recomendo… Mas com moderação

engrachatu

adicone nosso banner


(120x60)

What day is today?

junho 2012
D S T Q Q S S
« dez    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

É tudo culpa das estatísticas

  • 29,020 hits

Tuiter (Twitter)

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Join 3 other followers


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.